Museu do Fado
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Personalidades
 
Júlio de Sousa
( Julho, 1906 - 1 Agosto, 1966 )
É autor de alguns fados, um dos quais imortalizado pela sua irmã, a fadista Maria Amélia, o “Fado da Loucura”. Outro ainda, “Saudade, Vai-te Embora”, criado por Fernando Maurício.

Nascido em Lisboa, freguesia de Santos-o-Velho, Júlio de Sousa conclui o curso de Belas Artes com 23 anos e dedica-se à ilustração de revistas e de capas de livros, ao desenho de figurinos para o teatro, à cenografia, à pintura e à escultura, e alcança grande sucesso com as caricaturais de barro e, mais tarde, de bonecos de trapo.

A par destas actividades Júlio de Sousa foi também declamador, compositor e poeta, com vários livros de poemas publicados, entre os quais: “Jogo Perdido” (1956), “História da Menina Triste”, “Saudade Vai-te Embora” (1963) e “Beijei a Lua” (1965).

Foi proprietário de uma casa de fados na Rua da Barroca, que manteve durante uns anos, onde expunha os seus trabalhos e declamava versos, envergando uma capa preta, acompanhado ao piano por Mariana Silva.

É autor de alguns fados, um dos quais imortalizado pela sua irmã, a fadista Maria Amélia, o “Fado da Loucura”. Outro ainda, “Saudade, Vai-te Embora”, criado por Fernando Maurício.

Selecção de fontes de informação:
Sucena, Eduardo (1992) “Lisboa, o Fado e os Fadistas”, Lisboa, Vega;
Guinot, M., Carvalho, R., Osório, J.M. (1999) “Histórias do Fado”, Col. “Um Século de Fado”, Lisboa, Ediclube.

Última actualização: Maio de 2008



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