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Sem Capricho ou Presunção - o Fado por Júlio Pomar & Novas Doações

28 Março, 2015 a 20 Setembro, 2015

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Júlio Pomar e a sua relação com o universo do Fado é o objecto da exposição que inaugura no fim de Março e que dá destaque à obra plástica e poética que o pintor tem dedicado ao género. Pintor mas também poeta: é o Artista em toda a sua amplitude que não só retrata o fado, mas torna-se protagonista, assinando versos que são cantados por alguns dos fadistas com mais relevo da actualidade. 

Senhor de uma longevidade artística invulgar, Júlio Pomar não cessa porém de experimentar, de ensaiar novas perspectivas, de se reinventar. E traz ao fado essa curiosidade que se manifesta no modo bem-disposto como brinca com as palavras – Pá o amor é urgente/ Não dêem cabo da gente - ou na ironia que perpassa as suas obras, como no encontro de Alfredo Marceneiro e Fernando Pessoa ou ainda nos burros que pintou a tocar guitarra.

Sem Capricho ou Presunção – o Fado por Júlio Pomar & Novas Doações tem curadoria de Sara Pereira (Museu do Fado) e Sara Antónia Matos (AMJP) e resulta do cruzamento de afinidades das duas instituições. Para além do núcleo consagrado à presença do fado na obra plástica de Júlio Pomar, no Museu do Fado, o Atelier-Museu Júlio Pomar apresenta um conjunto de obras que integraram recentemente o seu espólio, por depósito da Fundação Júlio Pomar.

 

Mariza, 2011, 128 x 98 cm, Colecção | Collection Atelier-Museu Júlio Pomar

Lusitânia no Bairro Latino (Retratos de Mário de Sá Carneiro, Santa-Rita Pintor e Amadeo de Souza Cardoso), 1985, 158,5 x 154 cm, Colecção | Collection Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian

Cascata, 2007, 60 x 35 x 44 cm, Colecção | Collection Atelier-Museu Júlio Pomar

Retrato de | Portrait of Fernando Pessoa e de Alfredo Marceneiro, 2012, 130 x 97 cm, Colecção | Collection (Prémio de Artes) Casino da Póvoa