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Francisco Guimarães

(N. 13 maio, 1997)

Francisco Vaz Guedes Guimarães nasceu a 13 de maio de 1997. É autor, cronista, orador, treinador, comentador e letrista. Concluiu a licenciatura em Artes e Humanidades, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e, apesar da sua juventude, conta já com um trajecto notável em áreas como o desporto e a música. 

Francisco Guimarães partilha a sua paixão e dedicação pelo desporto com a música em geral e com o Fado em particular. Dotado de uma enorme sensibilidade poética e de um profundo conhecimento do género, é um dos principais rostos da nova geração de letristas. Francisco organiza frequentemente tertúlias musicais em sua casa e é uma presença assídua no circuito das Casas de Fado lisboetas, uma dependência em relação à qual confessa não se conseguir libertar, encarando-a, não como um refúgio, mas como um encontro com a sua própria natureza. Francisco Guimarães é autor das letras: “Vira Voltas”, “E Conta Quem Eu Sou” - interpretadas por Ricardo Ribeiro; “Mentir”, “Santo Namoradeiro” e “Sei que Amar Não É P'ra Mim” - interpretadas por Ângelo Freire, “O Fim das Coisas” - interpretada por Matilde Cid, “Conversa de Poetas” - interpretada por José Geadas, “Outono” - interpretada por Mimi Froes, "O Pedido" - interpretada por Teresinha Landeiro, entre outros. Foi autor convidado para a 1ª e 2ª edições da Gala "Os putos do fado", no Casino Estoril.

No plano desportivo, para além de ter sido atleta nos escalões jovens, começa a sua carreira como treinador de futebol com apenas 15 anos - o mais jovem no país - tendo desde então integrado equipas técnicas de clubes como o Estoril Praia, o 1º de Dezembro e o Delhi United, na Índia. Francisco Guimarães é actualmente comentador na Sport TV e na Rádio Renascença. É Embaixador para a Integridade no Desporto, autor do livro e podcast "Convocatória - conversas para ir a jogo" e foi mandatário para Juventude e Desporto da campanha autárquica de Carlos Moedas. De relevar ainda o trabalho desenvolvido como assessor na área da Juventude e na organização da Jornada Mundial da Juventude na Câmara Municipal de Lisboa.

Em 2026 publica o seu primeiro livro de poesia, À Espera de um Lugar Sentado, da editora Glaciar, um livro de estreia lindíssimo onde o quotidiano se funde nas impressões reflexivas dos seus autores de eleição, de Tolentino Mendonça a João Luís Barreto Guimarães, de Adília Lopes a Miguel Torga, de Nuno Júdice a Sophia de Mello Breyner.